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Qual é o tamanho da sua gaiola?


No Natal de 2014 resolvi dar uma calopsita de presente para meu esposo. Há anos ele dizia que queria uma e devido a nossa rotina e minha alergia a gatos e nosso apartamento ser minúsculo para um cachorro ter uma vida saudável, pensei: por que não?
Fui a uma casa de aves e adquiri o Boris, que o veterinário está desconfiado que seja fêmea, porém ainda não sabemos, então continua a ser chamado de Boris, nossa bolinha de queijo amarelinha com bochechas laranjas. Quando adquiri o Boris, comprei uma gaiola, ração e tudo que supostamente uma calopsita precisa para viver sua média de vida de 20 anos. Além do Bóris ter vindo doentinho para nós, suas asas também vieram parcialmente aparadas para que ele alcance baixos voos e não fuja de casa.
Eu sempre morri de dó de ver passarinhos em gaiolas, afinal eles foram feitos para voar não é mesmo? Tanto que o Boris fica sempre solto quando tem alguém em casa, dorme com a gaiola aberta e tem total liberdade em nossa casa. Antigamente só havia um ou 2 padrões de gaiolas de madeira que todo passarinho parecia habitar, hoje existem milhares de tipos diferentes com cores, tamanhos, formatos estilizados para agradar os donos e assim combinar com a decoração da casa ou quem sabe até com a cor do passarinho. Tudo muito personalizado para nos sentirmos cada vez mais especiais nesse mundo consumista que nos quer mesmo é como boiada consumidora.
Quando escolhi a casa do Boris, perguntei para o vendedor: Qual é a casa ideal para calopsitas? Quero uma bem grande para que ele se sinta o menos sufocado possível… para meu espanto a suposta gaiola ideal não era tão grande, nem bonita, nem nada do que eu pensava, é uma simples gaiola branca que abre por cima e pela frente e que serve mais para ele dormir e se alimentar. Então tá né… nesses 6 meses o morador da gaiola não apresentou nenhuma reclamação quanto à mesma.
Desde então tenho passado qual e como será que é a gaiola em que vivemos? Podemos pensar diretamente em algo palpável e sólido como a metragem de nossas casas talvez, mas creio que temos mais gaiolas ao nosso redor do que pensamos e que cada vez mais elas estão se tornando maiores, mais sofisticadas e mais aceitáveis, personalizadas, porém continuam trancando nossa alma e limitando nossos passos.
Creio que algumas gaiolas visíveis em nossas vidas sejam algum vício, doença, comportamento inadequado, condição financeira tanto para a riqueza quanto para a pobreza. (parece ser pecado ser rico, ser pobre, ser classe média, mas somos e julgamos as pessoas pelo seu poder aquisitivo o tempo todo)
Outras gaiolas são mais aceitáveis como aquela coisa que você não consegue ficar sem por nenhum dia de sua vida: internet, televisão, whatsapp, cafezinho, comprar algo, tomar refri, comer doce, usar alguma droga recreativa, redes sociais, agir de forma desonesta no trabalho, dar um chapéu em alguém… afinal o mundo é dos espertos não é mesmo?
E por fim há aquelas gaiolas enormes, bonitas ou que não parecem nos fazer mal… um trauma da infância, adolescência, um perdão não liberado, uma ferida ainda aberta jorrando pus de nossas almas, corações, situações mal resolvidas, palavras não ditas, brigas de família, relacionamentos passados pendentes, um pecado que ainda não nos perdoamos por termos um dia cometido.
Querido leitor, para liberdade somos chamados por Cristo Jesus e para vivermos em plenitude com Ele, por Ele e para Ele temos que nos libertar de todas as gaiolas que nos iludem e prendem e para isso precisamos nos deixar ser curados das feridas mais leves até aquelas bem profundas que nós nem lembramos mais – afinal solo ferido não gera frutos saudáveis. Precisamos também ser maduros na fé para que sejamos dependentes somente de Cristo sua provisão e ação e mais nenhuma gaiola para buscarmos alimento ou abrigo.
Liberte-se da sua gaiola e seja livre para voar e se tiver que se proteger, que seja embaixo da sombra do altíssimo!
Foi para a liberdade que Cristo nos libertou. Portanto, permaneçam firmes e não se deixem submeter novamente a um jugo de escravidão. Galatas 5.1
Aquele que habita no abrigo do Altíssimo e descansa à sombra do Todo-poderoso pode dizer ao Senhor: Tu és o meu refúgio e a minha fortaleza, o meu Deus, em quem confio. Salmo 91.1-2
Observem as aves do céu: não semeiam nem colhem nem armazenam em celeiros; contudo, o Pai celestial as alimenta. Não têm vocês muito mais valor do que elas? Mateus 6.26

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